Em Tamarana, funcionário de concessionária morre atropelado por caminhão guincho que ele mesmo operava em rodovia | Giro de Notícia

Em Tamarana, funcionário de concessionária morre atropelado por caminhão guincho que ele mesmo operava em rodovia

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Funcionário morre atropelado pelo caminhão que ele mesmo guinchava em rodovia do Paraná. — Foto: Kathulin Tanan/RPC

Um funcionário da concessionária Motiva Paraná morreu atropelado por um caminhão guincho que ele mesmo operava, na tarde desta quarta-feira (22). O acidente aconteceu na PR-445, em Tamarana, no norte do Paraná.

O guincheiro foi identificado como Daniel da Silva Fernandes, de 44 anos. Ele era morador de Marilândia do Sul.

Por meio de nota, a Motiva Paraná informou que Daniel estava atendendo um caminhão que apresentou uma pane na rodovia e estava parado no acostamento. Veja a nota completa abaixo.

A Polícia Rodoviária Estadual explicou que o funcionário entrou em baixo do caminhão para encaixá-lo no guincho. Contudo, o veículo se moveu de repente, fazendo com que o rodado traseiro passasse por cima de Daniel.

“Esse caminhão tinha um problema na turbina. No final do guinchamento, faltou ar no caminhão para destravar a roda e ele foi fazer o procedimento para fazer ar. Infelizmente o caminhão [guincho] soltou o maneco e veio para trás e o rodado acabou passando em cima dele”, contou o sargento Washington Landgraf.

Socorristas da própria concessionária prestaram atendimento ao funcionário, mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

“Com profundo pesar, a Motiva Paraná informa o falecimento de um colaborador do setor operacional da concessionária, ocorrido nesta quarta-feira (22), por volta das 13h20, no km 8 da PR-445, na região de Tamarana. O colaborador estava em atendimento a um veículo em pane no acostamento no momento da ocorrência. Equipes de atendimento pré-hospitalar (APH) rapidamente foram acionados para o local, que constataram óbito. A Motiva Paraná lamenta profundamente o ocorrido e informa que está prestando total apoio à família do colaborador, além de acompanhar de perto os trabalhos da perícia conduzida pela Polícia Civil.”

Fonte: Por Kathulin Tanan, g1 PR e RPC Londrina

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