Agora sim, um home office para chamar de seu nas mesas do Starbucks | Giro de Notícia

Agora sim, um home office para chamar de seu nas mesas do Starbucks

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Sou entusiasta pelas campanhas, pelas sacadas, pelo ar jovial e atemporal, inovador e desbravador, construído pela Starbucks. Uma escola de boas práticas!

Na China o considero a imagem mais forte e robusta da introdução do café à mesa dos chineses. País que conta com um potencial de crescimento ainda fantástico, pois seu consumo médio per capito por ano de café é de 8 xícaras, versus a média de 850 do Brasil, décimo quarto na posição do ranking mundial.

Chegou ao país em 1999 atraindo seus jovens clientes pelo estilo, pelo status, mas hoje acredito que também pelo respeito, mesmo ainda que velado por muitos chineses conservadores, tradicionais. Atenta, com certeza, ligou a luz de alerta na chegada da sua maior concorrente no mercado, a chinesa Luckin Coffee, mas sorrateiramente com ela, soltou a mão do freio no quesito delivery, algo que os dados estatísticos da matriz não a impulsionavam. Teve que afrontar a “mãe” e partir solo nessa campanha. Ressignificou a sua interpretação de atendimento e necessidades aqui na China, seguiu firme sobre os fatos, sobre a identidade tão peculiar local, e assim, que a vejo fazendo sempre! Surpreendendo!

As mesas dos seus salões distribuídos pelo mundo se transformaram nesses últimos anos em mesas de trabalho, em escritórios que trocam de bandeiras, a cada novo pedido do cardápio. Então porque não oficializar isso de uma vez? Oferecer ao cliente mais que café e uma mesa improvisada para o trabalho de hoje. Oferecer um espaço pra que durante aquele tempo escolhido para se permanecer no seu salão, ser sim, o melhor e mais adequado do seu dia!

Em Xangai, neste início de dezembro, a marca, em um espaço acolhedor, abraçado pela luz natural, design moderno e uma distribuição inteligente do layout, inaugurou a sua primeira loja conceito de escritório compartilhado do país. Projeto de sucesso iniciado no Japão em um passado bem recente.

A loja tem aproximadamente 200 metros quadrados, distribuídos em 4 áreas: área de estar, de sofá, de trabalho solo, e sala de reunião. Um local que se torna adequado, e mais reservado, não só para o trabalho, mas também para o encontro com os amigos, para uma festa casual.

E a proposta vai além das mesas e um bom layout. Acústica que garante a redução do ruído externo das salas reservadas, iluminação inteligente, e alguns itens de necessidades específicas como projetores foram previstos no catálogo. E esse nível de detalhe e atenção também se vê nas áreas abertas com mesa para trabalhos em grupos ou para trabalho solo, como por todo espaço perfeitamente decorado com plantas e luminárias, fatores que indiscutivelmente contribuem com o bem estar dos presentes. Benefícios que são pagos por minutos utilizados.

Na China, outros conceitos da marca vem sendo explorados com sucesso. Lojas com atendimento inclusivo, tendo em sua maioria profissionais surdos mudos, que exalam simpatia, lojas nomeadas como Oficina Verde com 100% da borra do café sendo reciclada, loja que tem como decoração principal a cor regional a qual exalta a cultura, história e o artesanato regional.

Traduzo tudo isso como uma marca que segue a frente dos seus concorrentes, que responsável com seu propósito, vende mais que café, vende experiências, emoções, responsabilidade social. Que ainda que vivendo e explorando o online, as tendências, ressignifica continuamente o offline. Gosto muito disso!

Bóralá ficar atenta aos próximo capítulos, porque tenho certeza, dela, sempre a de vir novidades!

Fonte: TOP Creative ADS

Fonte: Gazeta do Povo

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