Grupo que arrombou cinco comércios vai para a cadeia

Um celular furtado foi o ponto de partida para a Guarda Municipal de Campo Largo desbaratar uma quadrilha que vinha “passando o rodo” na cidade há várias semanas; seis foram presos, e duas menores foram apreendidas. De acordo com a Guarda, ao saber que um aparelho havia sido furtado na madrugada de terça-feira (23), e que o dispositivo contava com sistema de rastreamento, os agentes conseguiram descobrir a sua exata localização, no Bairro Razera.

Ao chegar no local, dois suspeitos correram para uma residência, sendo seguidos pelos guardas municipais. Jackson Adriano Ramos Vieira ainda conseguiu repassar um objeto a uma menor de idade antes de ser abordado, juntamente com André José Dupchak.

Assim que entraram na casa, os agentes encontraram o celular, além de barras de cereal, chocolates e outros produtos de origem duvidosa, que teriam sido furtados de uma farmácia na área central arrombada na madrugada anterior. Quando questionados sobre isso, os suspeitos afirmaram ter comprado os produtos dos moradores da casa dos fundos.

Com esta informação os guardas municipais foram até a casa apontada pelos rapazes e abordaram Edson dos Santos Portes, Gabriel Costa Culpi, o “Queijinho”, Fernando Colaço da Silveira e Gelson dos Santos. No local, foram encontrados mais produtos furtados da farmácia e com isso, os quatro receberam voz de prisão.

Ao todo, produtos de pelo menos cinco estabelecimentos arrombados nas duas últimas semanas foram localizados, além do Departamento de Trânsito. Ainda segundo a Guarda, Gabriel é o principal suspeito de ter invadido o Setor de Infectologia da Prefeitura Municipal.

Drogas e armas

Como as menores de idade que estavam na primeira casa abordada teriam escondido algo ilícito no momento da ação dos guardas municipais, elas também foram encaminhadas à delegacia. Chegando lá, elas foram revistadas por uma agente do Depen, e um revólver calibre 22 municiado foi encontrado, junto com 78 pedras de crack. A outra menor escondia pouco mais de R$ 200 em dinheiro trocado.

Como Jackson confessou que repassou o material para as menores, na tentativa de minimizar suas perdas com a ação da Guarda, ele deve responder também por corrupção de menores e tráfico de drogas.

Colaboração Jornal da Cidade Campo Largo

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Top