Positivo faz parceria para trazer ao Brasil maquininhas da chinesa Nexgo | Giro de Notícia

Positivo faz parceria para trazer ao Brasil maquininhas da chinesa Nexgo

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Buscando aumentar seu portfólio de soluções de pagamento – e, consequentemente, ganhar mais relevância neste mercado -, a Positivo Tecnologia fechou uma parceria com a Nexgo, fabricante chinesa dos chamados points of sale (POS). Apesar de o acordo representar a entrada da companhia no Brasil, a empresa sediada em Shengzen, no sudeste da China, tem mais de 20 anos e cerca de 30 milhões de terminais inteligentes de pagamento vendidos em todo o mundo.

Com a parceria, a Positivo pretende oferecer aos clientes mais opções de máquinas de pagamento a preços competitivos – e aproveitar um momento favorável do mercado. “A parceria com a Nexgo ocorre em um momento bastante oportuno no mercado de soluções de pagamento. Há uma demanda alta, principalmente a partir das inovações tecnológicas e benefícios que novos dispositivos podem oferecer”, disse em nota o vice-presidente de Negócios de Consumo da Positivo Tecnologia, Norberto Maraschin Filho.

Ao Valor Econômico, a empresa disse que as primeiras máquinas Nexgo produzidas pela Positivo serão entregues a partir do segundo trimestre de 2022. Por enquanto, quatro novos modelos foram anunciados – dois tradicionais, com impressora, e dois modelos do tipo móvel, que são menores e usados pareados com aparelhos celulares; todos mais simples do que os que já estavam no portfólio da empresa.

Até então a Positivo contava com apenas dois modelos de dispositivo de pagamento, um tradicional e um móvel – e ambos do tipo smart.

Também buscando crescer no mercado de soluções de pagamento, a Positivo já havia fechado um acordo com a credenciadora Stone. Neste caso, a companhia paranaense vai fornecer máquinas inteligentes de pagamento – que são maiores e permitem a instalação de aplicativos – à credenciadora.

O acordo foi anunciado em novembro, mas o fornecimento já havia sido iniciado em outubro – um ano depois de terminar a cláusula de exclusividade entre a Positivo e a Cielo, que também usa dispositivos da companhia paranaense.

Fonte: Gazeta do Povo

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