Vacina contra Covid-19: Ratinho Junior não assina carta de governadores pedindo que Bolsonaro negocie insumos com outros países | Giro de Notícia

Vacina contra Covid-19: Ratinho Junior não assina carta de governadores pedindo que Bolsonaro negocie insumos com outros países

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Governadores e prefeitos sinalizam preocupação com falta de vacinas contra a Covid-19

O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), não assinou uma carta em que outros 16 governadores do país pedem ao presidente Jair Bolsonaro que a diplomacia seja acionada para que China e Índia enviem insumos para a produção de vacinas contra a Covid-19 no Brasil.

A carta, enviada na quarta-feira (20), foi assinada pelos governadores do Alagoas, Renan Filho (MDB), do Amapá, Waldez Góes (PDT), do Ceará, Camilo Santana (PT), do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), do Mato Grosso, Mauro Mendes (DEM), de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), do Pará, Helder Barbalho (MDB), da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania), de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), do Piauí, Wellington Dias (PT), do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), de São Paulo, João Doria (PSDB), e de Sergipe, Belivaldo Chagas (PSD).

O Butantan e a Fiocruz aguardam a entrega do IFA (Ingrediente Farmacêutico Ativo) para a produção de mais doses das vacinas.

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Até a manhã desta sexta-feira (22), cerca de 6 milhões de doses tinham sido distribuídas pelo país. O Paraná recebeu 265 mil doses desta primeira remessa, o que é suficiente para vacinar 1% da população.

Até sexta-feira (22), o Paraná só tinha recebido doses suficientes para vacinar 1% da população contra Covid-19 — Foto: Everson Moreira/RPC

O governo estadual afirmou que o Paraná vai seguir o Plano Nacional de Imunizações (PNI), “que permite que toda a população do país tenha acesso às vacinas, independente da condição financeira de estados e municípios”.

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Em nota, o governo do Paraná afirmou que “está preparado caso seja necessário fazer a compra direta de imunizantes, com R$ 200 milhões em caixa para este fim”.

Autonomia

No início da pandemia, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que os estados e municípios têm autonomia para definir medidas de combate à pandemia do novo coronavírus.

“O que não pode haver é uma competição entre estados municípios e governo federal para ver quem compra mais. Tem que haver um tratamento harmônico pensando na vacinação coletiva”, afirmou a especialista em direito médico e de saúde, Renata Farah.

O uso de vacinas, no entanto, depende da autorização da Anvisa. Até o momento, a agência autorizou o uso emergencial das vacinas Coronavac e da Universidade de Oxford contra a Covid-19.

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Fonte: G1 Paraná – Norte e Noroeste

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